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conf(o-r)tar

Tento a re-composta

onde antes poesía fluída
agora poermo exposta

nada acho
cabeça vazia
palavra torta
atorada árvore glossa

não sei onde me encontro
nesse mar de amor longo
me perdi há meio ano
e ainda em alto mar abano
sem chão
sem pé
sem métrica
sem dono

até as letras escassam
me esqueço e me re faço
e então ...espaço...
fluída de fluentes esfunaço
e se não fosse a rebeldia seria pura
noite fria
like  a rolling bowlling  flying joining sadness

tristo em fios
de ãos em tils
amor'teço minha linha in
e quase
não quero mais
assim

dias bons e outros
dolce far niente
induljo utopias calientes
vou de 1000 até zero
e calo
num minuto ralo
complexo
completo
sem precedentes

é que não me avisaram
que nessa louca viagem
a'par'ente'mente tudo
a'impar'ente'coração nada
absurdo
chega um momento de profundo
desvio lúcido
quando mesmo
escondidos de nós mesmos
somos revelados
por todos os lados
de todos os jeitos
conf'orn'tados
com eu mesmo





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