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Si(m)né docs!




Sim-né-Docs!



Meus dois amigos
Cada um único
De particul(a)res
Tecidos verbais e sonoros
E texturais
E sensos
sensuais
De tato interno”

Cada vez mais perto eu sinto
A medida da aproximação

Estágios sem extratos
Evolução sem etapas
Atualização da elaboração a três

Percebo
O que se apresenta

Meu nariz e o cheiro da experiência
Falar de amor se torna pouco
Mesmo que falar com poesia seja tudo

Música extremando
Abraços
Pequenos toques
Grandes toques por enquanto
Ainda não

A reunião desperta a atração
Aboba(da)da por uma disputa por mim
Já que a brincadeira de mostrar
Se fez assim

Tateei meu repertório pra esse lance de nós
E não há ...
Há que ser inventado a cada vez
Há que me inventar para vocês
Pra ser esta transição de três
Sem(ti)r(es)





Só cominhos cheirosos
Basílicos
Chimichúrrys
Rondeles
Abobadados
Emocionados
Cremes Rosados
Cafés e baseados

Onde o Meio é o Fim
Onde ler sobre ler é o futuro de ler
Lê’
Aninha’
Uma palavra amorosa
entre linha
estrelinha de contar
cantar
o que nos liga
o que nos toca
o que nos toca
sim me toques
sim né, docs!
os dois
sim
desafi(n)o
sim imagino
sim fantasio

reconhecer é algo....
de amar



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