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princi.op. cit. (Alpha"pud Ômega)

No preci pi o  ci o Cio do pre op cit. ado No preço do precipitado começo Incitado A Para o Mezzo inter no do Corpo No meio do sexo Nessa meia lua nesse mezzo Lúdio  inter da pós síbila Soletra o fim do meio Terço Penetra avançado Mais da meta de do inteiro Aproxima-se o Ômega o T o W O  U do corpo  In ter ior Da BocaLetra Fin  A o Cú Da bouche  la mouche my mouth O â- nus do Z E avança ao Ô   do ômega No último Ulll   U    T    íma No Fim da Cúl pida –cúpulallllpa  culllllpa a Pulllllpa do Zéta Amor-te-ce e Nasce A letra crisálida Cris cálida Cristálida Natá lida Letra ida Letrálida Letera do leitra mento Fon ético son óro  E da toca na boca and from my mouth e por la bouche e en”el mouche do Z  ETA! Finda! Brinda! E.... liiinda... Meu fim é minha Minha meu fim é meu Mim my mei é minha mus Ica em em em ela eles póss deles Sou eu Sou eu E Em te ti sou eu Só em mim...

Amor no cio

Testo a mais-valia' pela vaga teoria a mania de ser certa e muito levinha assim com medo do outro e pelo controle de ser aceita eu que sou fresquinha sempre moderei o tato na pisadinha e na lambidinha e no puxa saco hipócrita de mim a cor vizinha de um não eu de afeto com fundo móvel em mil decretos por atos falsos velados em "desculpas" e me dei conta de que escondia eu mesma no querer ser mais perfeita do que esta que se apresenta incerta mas íntegra em cadafalso que me espanta por debaixo mesmo dessa surpresa mas percebo a baixeza e isso me acarreta mil curvas e mil duras e por certo mais de mil lágrimas e por erro mais de mil salvas e por mim eu mesma lúcida de entregas e dúvidas traço um plano de desvio desse plano chato e correto tipo parque frio de certo trago um incerto porém inteiro múltiplo amor no cio

Pelo fim do gozo do juízo

O homem prende o homem e o tortura, depois o chama de louco. Depois de privá-lo de sua subjetividade, adestrá-lo e alfabetizá-lo na língua morta dos cheios de razão, os que têm dificuldade evidenciam-se, irrecuperáveis retardatários do progresso: são as crianças hiperativas, os que lêem mal, os que são violentos, os que são reprovados, os que desistem de se inserirem no mundo dos que sabem mais e saem-se muito melhor e servem ainda com alta capacidade de produção, neste mundo em que tudo é máquina do poder e não da diferença que submerge aos ditos dos professores mal pagos e cruéis, abusadores fascistas de criancinhas de 3 anos. Sim, as escolhinhas estão cheias destas professorinhas e as creches e as escolas de primeiro grau e os sanatórios, e os tribunais e as delegacias e as prisões (não nas celas) e nos consultórios e nas pós-graduações: tudo que especializa e adestra o ser na medida exata ordenada de sua poda, em pedaços cada vez menores de si, até o último resquício da criati...

Desconheci

Deixa estar acumula o cume do cúmulo acusa deixa que a vida ensinabrir perdi minha poesia estou choc(ol)ate!! coube palminha... meio caminho pra uma escolha... deixar o vão deixar a bolha entrar na folhaa viráabrir na flor o espaço a agirar  o peristilo luminácio deixa enfilar os desenhos cada camada em um tecido deixa lá o livro livre pra nem sei que... soar.... ouvir... desconheci ...

mil(O)lhares

chega florida una tarde e chega sus redondilhas sus claves e letras chega surpresa una tarde e se chega chove de águas sus trombas e sembla chega verídica flora su livre l"oeuvre du quand pes qui ç á su libro..... chega partída la(` que se replaça hora dum task e si e que faça llena portada l"ora se chega qui dun en duna se chega e se dexa llena poistes que d"antes podés tes de certa pois una voz p"ode mil(O)lhares

qué-ro-las

Eu vou pintar meu corpo de flores, rosa e ouro serei outra manjando tuas contas dentro das conchas as mais lindas pérolas são pra mim baby e eu as quero brancas e brilhantes qué-ro-las preciosas iluminando meu colo e minha fronte manjares deliciosos eu encontro num piscar de olhos Mereço a opulência Mereço a Presença Mereço tudo estou pronta

Dess se Jo

Lenço Núncio Tem-se o Troço Esse treco esponjoso Desejoso Joso e jo só Eu linho em cabelo fio Um Espelho Nada do que vemos Nada do que vemos desse Jo só de ssejo de s(z)e jo para  se cabelinho  sem medo amor do me smo ramo que a fruta classe gen eros a ge ne rosa- je jo rossssssa desssssssoo jo des e jo com  sêde èsssse séde do se  jo de jo de tu do